Projeto de lei no Senado italiano quer limitar a cidadania a filhos, netos e bisnetos de descendentes

Vagner Cardoso, CEO da Terra Nostra Cidadania, explica o que pode mudar para quem quer obter a cidadania_

Uma proposta de lei apresentada no Senado italiano, de autoria do senador Roberto Menia, está deixando aqueles que querem obter a cidadania italiana por meio de descendência preocupados. O projeto quer limitar a cidadania a filhos, netos e bisnetos de descendentes, exigir comprovação do nível B1 de italiano e residência de um ano na Itália.

De acordo com Vagner Cardoso, CEO da Terra Nostra, escritório especializado em cidadania italiana, nada muda para quem já conseguiu obter a cidadania ou para quem já está com o processo em andamento.

“O que foi proposto é o limite até a terceira geração, ou seja, concessão de cidadania para filhos, netos e bisnetos de italianos *; e* , a proficiência *no* do idioma italiano no nível B1 para todos e residência de um ano na Itália. Para quem já tem a sua cidadania italiana regularizada, nada muda. Para quem já tem o processo protocolado nos Tribunais italianos, também não muda nada.

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Ainda não se sabe se a proposta será aprovada. Por isso, quem quer obter a cidadania por descendência precisa correr contra o tempo. “É a única forma de garantir o direito pessoal e também aos seus descendentes”, destaca Vagner.

O especialista diz que há garantias para quem der entrada no processo de cidadania através da Terra Nostra Cidadania. “Levamos nossa parceria com o nosso cliente no reconhecimento da cidadania a sério. Tanto é que somos a primeira empresa no Brasil a oficializar, em cartório, nosso compromisso público com cada cliente. Acreditamos tanto no sucesso desse processo que assumimos um compromisso único: se, por qualquer motivo, o pedido do nosso cliente for recusado, a Terra Nostra Cidadania devolverá 100% do valor pago em honorários. É a nossa garantia de confiança e compromisso com o nosso cliente”, finaliza.